Andei para aqui o dia todo a pensar que preciso de um projecto novo.
Tenho uma pastaespecífica na minha cabeça que se chama "projecto em curso" e que me baralha a arrumação das restantes pastas sempre que está vazio.
Os projectos de 2010 estão praticamente esgotados, uns acabados, outros na sua recta final. É altura de começar alguma coisa nova.
E depois de dar voltas e voltas à cabeça, parece-me que a única coisa que faz sentido é que o meu projecto passe pela escrita. Não sei exactamente o quê, mas aqui começa a construção...
Talvez o ano 2011 seja o Ano da Escrita.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
sonhos 4#
Hoje era um Tsunami.
Duas paredes de água. Imensas. Enormes. Que tocavam um céu escuro e que eram ela próprias negras como a noite. Primeiro uma. Depois outra. Vinham na nossa direcção. E ela ao meu colo. E eu a dizer-lhe que se agarrasse com muita força a mim. Como se fosse possível.
Depois o sonho mudou.
Duas paredes de água. Imensas. Enormes. Que tocavam um céu escuro e que eram ela próprias negras como a noite. Primeiro uma. Depois outra. Vinham na nossa direcção. E ela ao meu colo. E eu a dizer-lhe que se agarrasse com muita força a mim. Como se fosse possível.
Depois o sonho mudou.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
sonhos 3#
Tenho o mesmo sonho recorrentemente.
Sonho que deixo a minha filha sozinha (mesmo sozinha) em casa, no carro, num local público, para ir fazer uma futilidade qualquer. E depois começo a pensar se ela estará bem. Se terá acontecido alguma coisa. E a angústia começa a crescer dentro de mim.
E acontece-me o que acontece muitas vezes nos sonhos. Não consigo andar mais depressa para chegar junto dela.
E quando chego, ela está bem. E eu agarro-me a ela e peço desculpa por a ter deixado sozinha. E prometo que nunca mais volta a acontecer.
E quando acordo, fico a pensar como é possível ter feito aquilo. Ainda que em sonho...
Sonho que deixo a minha filha sozinha (mesmo sozinha) em casa, no carro, num local público, para ir fazer uma futilidade qualquer. E depois começo a pensar se ela estará bem. Se terá acontecido alguma coisa. E a angústia começa a crescer dentro de mim.
E acontece-me o que acontece muitas vezes nos sonhos. Não consigo andar mais depressa para chegar junto dela.
E quando chego, ela está bem. E eu agarro-me a ela e peço desculpa por a ter deixado sozinha. E prometo que nunca mais volta a acontecer.
E quando acordo, fico a pensar como é possível ter feito aquilo. Ainda que em sonho...
terça-feira, 16 de novembro de 2010
sintonia
Depois da habitual história da noite, diz ela:
era uma vez uma Mãe chamada Joana.
E eu continuo:
e uma filha chamada Daniela.
E ía eu continuar dizendo:
que gostavam muito uma da outra!
Ela antecipa-se e diz:
que gostavam muito uma da outra!
(acho que os 9 meses de gestação deixam as suas marcas!)
era uma vez uma Mãe chamada Joana.
E eu continuo:
e uma filha chamada Daniela.
E ía eu continuar dizendo:
que gostavam muito uma da outra!
Ela antecipa-se e diz:
que gostavam muito uma da outra!
(acho que os 9 meses de gestação deixam as suas marcas!)
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
pensamentos do dia
pensamento 1#
Há empresas que pela sua dimensão e reconhecimento junto da opinião pública têm responsabilidades acrescidas. É o caso da Amazon. É inaceitável que tenha tido à venda um livro com conteúdos pró-pedofilia. E é inqualificável que se tenha defendido com a liberdade de expressão. Não fosse a nuvem negra da crise que assola sobre as nossas cabeças, e talvez este Natal as pessoas não se importassem de perder os fartos 10€ que poupam ao encomendar na Amazon. Talvez aí os senhores percebessem que há liberdades com as quais nenhum de nós pode ser conivente.
pensamento 2#
Para que conste, eu não quero mudar o mundo. Acredito é que só se todos fizermos o que está ao nosso alcance o mundo vai mudar. E acredito também que as empresas são responsáveis por encontrar respostas e arranjar soluções. Que são as empresas e os empresários quem tem a oportunidade de melhorar a economia. Mas é óbvio que é mais fácil apontar o dedo ao Estado e dizer a culpa da crise é tua!.
pensamento 3#
Catorze anos de trabalho, uma licenciatura e duas pós-graduações depois e eu continuo sem saber se é mesmo isto que quero fazer...
Há empresas que pela sua dimensão e reconhecimento junto da opinião pública têm responsabilidades acrescidas. É o caso da Amazon. É inaceitável que tenha tido à venda um livro com conteúdos pró-pedofilia. E é inqualificável que se tenha defendido com a liberdade de expressão. Não fosse a nuvem negra da crise que assola sobre as nossas cabeças, e talvez este Natal as pessoas não se importassem de perder os fartos 10€ que poupam ao encomendar na Amazon. Talvez aí os senhores percebessem que há liberdades com as quais nenhum de nós pode ser conivente.
pensamento 2#
Para que conste, eu não quero mudar o mundo. Acredito é que só se todos fizermos o que está ao nosso alcance o mundo vai mudar. E acredito também que as empresas são responsáveis por encontrar respostas e arranjar soluções. Que são as empresas e os empresários quem tem a oportunidade de melhorar a economia. Mas é óbvio que é mais fácil apontar o dedo ao Estado e dizer a culpa da crise é tua!.
pensamento 3#
Catorze anos de trabalho, uma licenciatura e duas pós-graduações depois e eu continuo sem saber se é mesmo isto que quero fazer...
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