Depois da habitual história da noite, diz ela:
era uma vez uma Mãe chamada Joana.
E eu continuo:
e uma filha chamada Daniela.
E ía eu continuar dizendo:
que gostavam muito uma da outra!
Ela antecipa-se e diz:
que gostavam muito uma da outra!
(acho que os 9 meses de gestação deixam as suas marcas!)
terça-feira, 16 de novembro de 2010
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
pensamentos do dia
pensamento 1#
Há empresas que pela sua dimensão e reconhecimento junto da opinião pública têm responsabilidades acrescidas. É o caso da Amazon. É inaceitável que tenha tido à venda um livro com conteúdos pró-pedofilia. E é inqualificável que se tenha defendido com a liberdade de expressão. Não fosse a nuvem negra da crise que assola sobre as nossas cabeças, e talvez este Natal as pessoas não se importassem de perder os fartos 10€ que poupam ao encomendar na Amazon. Talvez aí os senhores percebessem que há liberdades com as quais nenhum de nós pode ser conivente.
pensamento 2#
Para que conste, eu não quero mudar o mundo. Acredito é que só se todos fizermos o que está ao nosso alcance o mundo vai mudar. E acredito também que as empresas são responsáveis por encontrar respostas e arranjar soluções. Que são as empresas e os empresários quem tem a oportunidade de melhorar a economia. Mas é óbvio que é mais fácil apontar o dedo ao Estado e dizer a culpa da crise é tua!.
pensamento 3#
Catorze anos de trabalho, uma licenciatura e duas pós-graduações depois e eu continuo sem saber se é mesmo isto que quero fazer...
Há empresas que pela sua dimensão e reconhecimento junto da opinião pública têm responsabilidades acrescidas. É o caso da Amazon. É inaceitável que tenha tido à venda um livro com conteúdos pró-pedofilia. E é inqualificável que se tenha defendido com a liberdade de expressão. Não fosse a nuvem negra da crise que assola sobre as nossas cabeças, e talvez este Natal as pessoas não se importassem de perder os fartos 10€ que poupam ao encomendar na Amazon. Talvez aí os senhores percebessem que há liberdades com as quais nenhum de nós pode ser conivente.
pensamento 2#
Para que conste, eu não quero mudar o mundo. Acredito é que só se todos fizermos o que está ao nosso alcance o mundo vai mudar. E acredito também que as empresas são responsáveis por encontrar respostas e arranjar soluções. Que são as empresas e os empresários quem tem a oportunidade de melhorar a economia. Mas é óbvio que é mais fácil apontar o dedo ao Estado e dizer a culpa da crise é tua!.
pensamento 3#
Catorze anos de trabalho, uma licenciatura e duas pós-graduações depois e eu continuo sem saber se é mesmo isto que quero fazer...
terça-feira, 26 de outubro de 2010
o briefing da capela sistina
O texto, publicado em 1987 no Blue Book da APG do Reino Unido – livro já esgotado -, tenta simular o que teria sido o “briefing” passado ao artista Michelangelo pelo Vaticano com o caminho a ser seguido na pintura do teto da Capela Sistina. O resultado é uma das obras de arte mais brilhantes da história. Abaixo, as palavras de O’Malley:
Brief 1: Favor pintar o teto.
Não há dúvidas de que isso é o que estava sendo solicitado ao Michelangelo, mas esse brief não dá nem pistas sobre o que a solução para o pedido seria. Ele deixa toda a decisão e pensamento para o artista antes que ele inicie.
Brief 2: Favor pintar o teto usando tinta vermelha, verde e amarela.
Esse brief é ainda pior. Além de não dizer a ele o que pintar, dá inúmeras restrições sem nenhuma justificativa. Restrições que irão, inevitavelmente, provarem-se incômodas e que irão distraí-lo da sua tarefa principal.
Brief 3: Temos problemas terríveis de rachaduras no teto. Você poderia cobri-los para nós?
Esse é ainda pior. Ainda não diz o que deve ser feito e dá informações depressivas e irrelevantes que mostram que ninguém está interessado no que ele irá pintar porque o teto não durará muito até que caia. Quanto esforço ele tenderá a colocar nessa tarefa?
Brief 4: Favor pintar cenas bíblicas no teto incorporando alguns ou todos os seguintes: Deus, Adão, anjos, cupidos, demônios e santos.
Melhorou um pouco. Agora estão começando a dar a ele alguma direção. Não deram a figura inteira, mas pelo menos ele já conhece alguns elementos importantes. Esse é o brief que a maioria de nós daria. Ele contém tudo que o criativo precisa saber, mas não vai além, em direção à idéia e solução.
Aqui está o brief que o Michelangelo recebeu na verdade: Favor pintar nosso teto para a glória maior de Deus e como uma inspiração maior às pessoas.
Ele pegou o brief e pintou uma cena que retrata a criação do mundo, a queda, a degradação da humanidade pelo pecado, a ira divina do dilúvio e a preservação de Noé e sua família. Ele soube o que fazer e foi inspirado pela importância do projeto. Com um direcionamento assim, ele estava livre para dedicar sua atenção à execução dos detalhes do brief da melhor maneira que ele sabia.
Palavras são pequenas bombas: as certas podem explodir dentro de nós, demandando uma solução original e excitante, ao invés de uma medíocre. Sempre trabalhe muito, mas muito para encontrar a proposta certa e, então, ainda mais para encontrar as palavras que a expressam da maneira menos ambígua e mais excitante possível.”
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
sonhos 2 #
A D. acordou e fui ver o que era.
O M. ouviu barulho na sala e foi ver o que era. Chamou-me para ver o que se estava a passar.
Havia galos de barcelos que se passeavam na sala e no hall de entrada.
E, qual lagartixas a quem se corta o rabo e continuam a mexer, quando batíamos nos galos de barcelos de loiça que se passeavam, as peças partidas continuavam a mexer.
E nós tínhamos e não tínhamos medo. Mas achávamos aquilo esquisito.
aviões e televisões
ela: Olha Mãe, vai ali um avião!
eu: Pois vai filha.
ela: Mas não está a bater as asas, como é que vai a voar?
______________________________________________
Mudámos a sala. Onde estava a televisão agora está um aparador e uma parede ainda despida.
Quando acorda, a D. costuma ir sentar-se no sofá a ver desenhos animados. Um ou dois dias depois de termos mudado, acordou, foi até à sala e disse:
- Oh Mãe já viste? Se eu me esquecesse que tínhamos mudado, agora sentava-me no chão a olhar para a parede!!!
eu: Pois vai filha.
ela: Mas não está a bater as asas, como é que vai a voar?
______________________________________________
Mudámos a sala. Onde estava a televisão agora está um aparador e uma parede ainda despida.
Quando acorda, a D. costuma ir sentar-se no sofá a ver desenhos animados. Um ou dois dias depois de termos mudado, acordou, foi até à sala e disse:
- Oh Mãe já viste? Se eu me esquecesse que tínhamos mudado, agora sentava-me no chão a olhar para a parede!!!
Subscrever:
Mensagens (Atom)

